Navegando por Orientador "Sartori, Juliano"
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- Câncer de mama HER2 superexpresso: sobrevida, perfil clínico e epidemiológico(2023) Santos, Emili Cristina dos; Sartori, JulianoAs neoplasias mamárias são os tumores malignos mais diagnosticados, no mundo, e os que mais acometem a população feminina. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer estimou cerca de 74 mil novos casos de câncer de mama a serem diagnosticados, nos próximos três anos. É uma doença com características heterogêneas, com forte influência de fatores ambientais, reprodutivos, epigenéticos e genéticos; ainda, é um desafio na área médica. Caracterizado por suas características anatomopatológicas, o tipo mais frequente é o carcinoma ductal infiltrante. Suas características moleculares, delimitadas pela imuno-histoquímica, permitem um tratamento-alvo, como o câncer de mama HER 2 superexpresso, que se beneficia de terapias anti-HER2. Com base no exposto, como metodologia, apresenta-se um estudo de coorte, retrospectivo e prospectivo, de pacientes com diagnóstico de câncer de mama HER2 superexpresso, no período de 2005 a 2021. O estudo foi realizado no Centro de Oncologia Clínica e Radioterapia de Erechim, e contou com a participação de 17 mulheres. Por meio deste estudo, delineou-se o perfil clínico da coorte, que se caracterizou por: idade média de 55 anos; caucasianas; sobrepeso; com tumores diagnosticados em estágio clínico precoce, e perfil molecular relacionado ao status hormonal. A sobrevida global é estimada em 93,75%, no período de 2007 a 2021.
- Hepatocarcinoma: prevalência, características epidemiológicas e fatores de risco(2024) Boll, Jessica Fernanda; Sartori, JulianoO hepatocarcinoma corresponde ao câncer de fígado primário mais frequente, acometendo cerca de 90% dos casos. Entre os principais desencadeantes dessa doença estão a infecção pelo vírus da hepatite B e C, a cirrose hepática, a exposição à aflatoxina, além de doenças metabólicas, como a esteatose hepática e o diabetes tipo 2. Este estudo visa a investigar a prevalência e os fatores de risco do hepatocarcinoma em uma população da região Norte do estado do Rio Grande do Sul, bem como descrever as características demográficas, o perfil epidemiológico e a sobrevida média dos indivíduos diagnosticados. A metodologia empregada foi um estudo quantitativo, retrospectivo e descritivo de participantes diagnosticados com carcinoma hepatocelular, atendidos pela Fundação Hospitalar Santa Terezinha de Erechim e pelo Centro de Oncologia Clínica e Radioterapia de Erechim, no período de 2011 a 2021. A pesquisa contou com a participação de 26 indivíduos, dos quais 13 foram considerados elegíveis. Este estudo delineou o perfil clínico dos participantes, predominantemente do sexo masculino, com idade média de 63 anos, quando do diagnóstico. Foi observado que as hepatopatias (61,54%) representam o principal fator predisponente, sendo a cirrose hepática (53,85%) a mais comum. Apesar do desfecho clínico desfavorável, a média de sobrevida dos participantes foi calculada em 15,7 meses.
- Neoplasia de mama: um estudo sobre a oncofertilidade(2024) Sirena, Nathália Santin; Sartori, JulianoA implantação de um sistema de rastreamento para câncer de mama e a utilização de tecnologias cada vez mais específicas para o tratamento da neoplasia possibilitaram diagnóstico precoce e terapêutica medicamentosa adequada, o que têm aumentado a taxa de sobrevida das mulheres que se apresentam com essa condição. Nesse contexto, surge a oncofertilidade, uma área de estudo recente, que objetiva promover a qualidade de vida e a saúde reprodutiva de mulheres com câncer de mama durante e após o tratamento antineoplásico. Este estudo busca entender quais são as repercussões emocionais e qualidade de vida em consequência do tratamento para neoplasia de mama feminino. Para tanto, foi realizada uma análise de série de casos, com uma amostra de 7 mulheres em idade fértil, que estavam em acompanhamento para neoplasia de mama em um hospital público do Norte do Rio Grande do Sul. Como resultados, visualiza-se que, embora as mulheres participantes tivessem conhecimento sobre a possibilidade de infertilidade pós-tratamento oncológico, nenhuma teve acesso às técnicas de preservação de fertilidade. Conclui-se que a dificuldade de acesso às técnicas de preservação de fertilidade e a falta de informação sobre o tema podem contribuir para a não adesão ao método e piora da qualidade de vida.