Repositório Digital | URI Câmpus de Erechim
Bem-vindo ao nosso Repositório Digital, onde convergem as conquistas acadêmicas e intelectuais de nossa comunidade.
Aqui, reunimos uma coleção diversificada de teses, dissertações e artigos científicos que refletem o empenho e a inovação característicos de nossa instituição.
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Publicações Recentes
- Desenvolvimento de inversor de frequência baseado na internet das coisas(2025) Rigoni, Rodrigo Schmidt; Baratieri, Cássio LucianoEsta monografia propõe o desenvolvimento de um inversor de frequência microcontrolado de baixo custo, utilizando a tecnologia da Internet das Coisas (IoT), com o objetivo de criar uma plataforma experimental didática para o curso de Engenharia Elétrica da URI Erechim. A metodologia empregada incluiu a especificação dos estágios de processamento de energia, o estudo e a implementação da modulação SPWM com uma abordagem geométrica, e a utilização do controle escalar (V/F) para o acionamento e controle de velocidade de motores de indução trifásicos. O projeto envolveu a validação computacional por meio de simulações no software Psim, o desenvolvimento do projeto da placa eletrônica, a programação de um microcontrolador ESP32 para gerar os pulsos SPWM e a criação de um aplicativo para controle via Bluetooth, servindo como uma Interface Homem-Máquina (IHM) para a plataforma. Com as simulações computacionais, validando os cálculos realizados, foram gerados os pulsos SPWM, com rampas de aceleração, desaceleração e inversão do sentido de rotação e que demonstraram a assertividade do código inserido no microcontrolador ESP 32 para controlar a plataforma. Foi feita a implementação em bancada da plataforma, onde foram realizados alguns ensaios que comprovaram o funcionamento do sistema, demonstrando que ela poderá ser utilizada nas aulas com a finalidade de exemplificar um acionamento em rampa de um motor de indução trifásico.
- MODUlar(2025) Bernardi, Érica; Aver, Ivana KarineA crescente frequência e intensidade dos desastres naturais no Brasil tem escancarado a fragilidade das respostas habitacionais emergenciais. Enchentes, deslizamentos e outras calamidades frequentemente resultam no deslocamento de milhares de pessoas, revelando a ausência de soluções ágeis, seguras e dignas para o acolhimento temporário dessas populações. Em muitos casos, os abrigos improvisados não oferecem condições mínimas de conforto, privacidade ou proteção, agravando ainda mais a situação de vulnerabilidade das vítimas. Além da carência de soluções arquitetônicas eficientes, a falta de políticas públicas voltadas especificamente à habitação emergencial revela uma lacuna significativa entre o planejamento urbano e as ações de resposta rápida. Muitas das estratégias atualmente adotadas desconsideram aspectos essenciais como modularidade, flexibilidade e reutilização das estruturas, resultando em construções provisórias de baixa qualidade e alto impacto ambiental. Diante disso, torna-se fundamental repensar os alojamentos temporários não apenas como respostas emergenciais, mas como estruturas multifuncionais, capazes de se adaptar a diferentes usos ao longo do tempo. Essa abordagem amplia as possibilidades de aplicação, promove maior sustentabilidade e contribui para uma arquitetura mais alinhada às demandas sociais contemporâneas.
- Instituição de longa permanência para pessoa idosa - EUDAI(2024) Gregorio, Danieli Martini; Rocha, Vanessa Tibola daA população nacional apresenta um constante processo de envelhecimento, conforme Figura 1, resultando em mudaças na estrutura etária. Nos últimos dez anos o número de pessoas com 60 anos ou mais passou de 11,3% para 14,7% da população. (GALVÃO, 2023). Com isso, torna-se viável a compreensão das necessidades de espaços destinados ao uso da pessoa idosa. Isso porque, a bibliografia disponível é rasa e apresenta poucas soluções aplicáveis para os espaços de habitação. (BESTETTI, 2006). O aumento de cerca de 9 milhões de idosos no país (GALVÃO, 2023), resulta em uma importante reflexão sobre como é o "pensar" desses espaços, sua viabilidade, decisões projetuais e a avaliação de seus pontos positivos e negativos, bem como seu benefício para a comunidade em geral. No entanto, não compete apenas aos familiares solucionarem o destino da melhor idade, o Estado deve agir ativamente, com elementos responsáveis pela inclusão social da pessoa idosa. (BESTETTI, 2006).
- Escola sustentável Osias Eins, Quatro Irmãos-RS(2024) Tamagno, João Henrique; Pavan, KellyAo longo da jornada histórica, a humanidade tem gradualmente se afastado dos sistemas naturais e sociais, concentrando sua atenção no progresso tecnológico e negligenciando sua conexão com tais sistemas. Esse comportamento resulta na exploração dos recursos ambientais como se fossem inesgotáveis, desencadeando uma série de problemas que exacerbam a crise ambiental e evidenciam a inadequação dos modelos que orientam a sociedade contemporânea. (SILVA et al., 2013). A preservação do meio ambiente é um aspecto que transcende disciplinas e deve ser integrado de forma contínua ao currículo escolar. Infelizmente, a maioria das escolas e professores, com poucas exceções, negligencia esse tema crucial, tratando-o de forma superficial. Muitas vezes, parece desconectado das nossas vidas diárias, relegado a um futuro distante ou considerado responsabilidade de terceiros. E quando esses "terceiros" tentam tomar medidas, nem sempre recebem o apoio da comunidade escolar. (VIEIRA, 2020). Diversas convenções e legislações internacionais e brasileiras destacam a importância da educação ambiental. Para alcançar uma sociedade sustentável, são necessárias ações coordenadas, com ênfase na educação dos cidadãos. Nas escolas, adaptações são feitas para promover a sustentabilidade, contextualizando-a com a comunidade. O envolvimento dos educadores é fundamental para implementar práticas pedagógicas eficazes, incentivando atitudes de respeito e preservação do ambiente. É essencial que os estudantes compreendam a importância da sustentabilidade para desfrutar de uma vida de qualidade, promovendo experiências de responsabilidade ambiental nos espaços educativos.( SERRA, 2024).
- Cemitério vertical Sakura: harmonia entre arquitetura e natureza(2024) Vicente, Júlia; Bula, Natalia NakadomariA neuroarquitetura é um campo interdisciplinar que consiste na aplicação das neurociências aos espaços construídos, com o objetivo de melhor compreender os impactos da arquitetetura no cerebro e comportamento humano (NOGOSEK, 2019). Falar sobre cemintério é um assunto delicado devido ao estigma social associado e a falta de discussão aberta sobre o tema pode levar a vários problemas sociais e ambientais. Estes ambientes podem provocar diversas sensações e sentimentos, nas independente disso, há diversas maneiras de olhar para esses locais sagrados. Föetsch e Oliveira (2020) destacam que os cemintérios podem promover diálogos interdisciplinares e ser espaços educacionais. O cemintério como campo de representação simbólica permite dar sentido à morte e significá-la, evidenciando sentimentos religiosos através de signos e símbolos. A prática do enterro tem raízes antigas e transcende culturas, refletindo crenças sobre a vida após a morte e respeito pelos falecidos. A neuroarquitetura explora como espaços físicos impactam o cerébro humano, influenciando emoções associadas à morte. Elementos como paisagens serenas, organização espacial e arquitetura de túmulos podem evocar reflexões sobre a mortalidade. Estratégias de projeto podem induzir criatividade, produtividade e bem-estar, como uso de cores mais claras, luz natural e disposição de móveis. A discussão sobre cemintérios é importante para entender os aspectos sociais, culturais e ambientais destes espaços para as pessoas. Pode contribuir para a concepção de cemitérios verticais considerando aspectos psicológicos e emocionais, nos quais há a possibilidade de incorporar elementos de design, como paisagismo tranquilo, cores suaves e formas harmoniosas, para criar um ambiente que promova calma e a serenidade, ajudando as pessoas a lidarem melhor com o luto. Pode oferecer insights sobre como projetar espaços que afetam positivamente as emoções das pessoas, proporcionando ambientes tranquilos e promovendo interações sociais. Ao aplicar principios da neuroarquitetura, os cemintéios podem se tornar espaços mais humanizados, apoiando o bem-estar emocional das pessoas que frequentam esses locias sensíveis. Essa abordagem considera não apenas a funcionalidade física do espaço, mas também seu impacto nas emoções e na experiência subjetiva dos visitantes.