Trabalhos de Conclusão de Curso

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    Análise dos impactos dos sistemas de microgeração distribuída fotovoltaica na qualidade de energia elétrica das redes de baixa tensão
    (2024) Franceschi, Gabriel Primo; Zaions, Deividi Felipe
    Buscando por soluções para geração de energia de forma limpa e sustentável, os avanços nas tecnologias possibilitaram a geração de energia através da radiação do sol, assim conhecida como geração solar fotovoltaica. A implementação desses sistemas de geração, por meio de pequenos geradores alocados em diversos pontos do sistema elétrico, através do que chamamos de Geração Distribuída, em que os consumidores podem gerar sua própria energia e injetar o excedente na rede das concessionárias. Entretanto, as redes de distribuição, que foram projetadas para suprir apenas a demanda de um curso unidirecional de energia, estão sendo afetadas pelo chamado fluxo bidirecional de energia, pois os consumidores além de utilizar da energia fornecida aos mesmos, também injetam energia na rede. Este trabalho se baseia no estudo de caso de um consumidor atendido em baixa tensão, onde foram aferidos os parâmetros de qualidade da energia antes e depois da conexão de uma usina de microgeração distribuída por fonte solar fotovoltaica. Da mesma forma, foi realizada uma simulação em software computacional, utilizando das mesmas características reais do local da unidade consumidora com geração própria. Inicialmente sem a conexão da microgeração, os parâmetros de qualidade de energia se caracterizavam como adequados, segundo o Módulo 8 do PRODIST (Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no sistema Elétrico Nacional), normativa regulamentadora referente a Qualidade do Fornecimento de Energia Elétrica, porém após a inserção da geração, notou-se um impacto extremamente negativo, excedendo dos limites normatizados o nível de tensão, se caracterizando como crítico, tanto na simulação quanto no estudo de caso. Chegou-se à conclusão de que a conexão de sistemas fotovoltaicos pode causar distúrbios nas redes de baixa tensão, com destaque para ocorrência de sobretensão, que pode danificar equipamentos dos consumidores e demandar adequações nos sistemas regulação e proteção das redes, por parte das concessionárias. A estrutura interconectada do sistema elétrico brasileiro potencializa esses impactos, tornando indispensáveis estudos e soluções para mitigar os efeitos dessa nova forma de geração de energia.
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    Análise da implantação de geração distribuida em uma empresa de britagem com subestação de 300kVA localizada na região norte do Rio Grande do Sul
    (2021) Stumm, Flaviano; Bordignon, Sérgio
    O seguinte trabalho apresenta uma análise sobre o impacto técnico e financeiro da implantação de uma minigeração solar fotovoltaica em uma unidade de britagem localizada na região norte do Rio Grande do Sul, tendo como foco principal as adequações necessárias na tomada de energia da empresa, buscando estudar a viabilidade técnica para a implantação e conexão de uma geração distribuída em uma subestação de 300 kVA. Após levantamentos de campo e estudos teóricos em normas e regulamentações, o objetivo foi apresentar para o cliente a solução completa para sua necessidade, mostrando documentações necessárias, projetos e finanças. Devido ao crescente aumento da demanda energética, observa-se a inserção de novas fontes de energia elétrica, além de consumidores que geram sua própria energia, isso se dá pela busca de diversificação da matriz energética, diminuição na utilização de combustíveis fósseis para geração de energia elétrica, além da maior preocupação com os impactos ambientais, fatos que fazem com que se aposte cada vez mais na instalação de geradores distribuídos. Contudo, para que estes possam a vir beneficiar sistemas de distribuição de energia elétrica, seus impactos técnicos e regulamentários devem ser cuidadosamente estudados. A partir da vigência da Resolução Normativa nº 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), publicada em abril de 2012, a geração distribuída (GD) vem crescendo de uma forma significante no Brasil. Devido ao alto avanço tecnológico e os incentivos financeiros, a procura pela implantação de microgeração e minigeração distribuída aumentam cada vez mais.
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    Análise do impacto da geração distribuída fotovoltaica em redes de distribuição de energia elétrica de baixa tensão sob a óptica do controle de nível de tensão
    (2019) Andrade, Eliana Roratto de; Bordignon, Sérgio
    A partir da Resolução Normativa nº 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), publicada em abril de 2012, a Geração Distribuída (GD) passou a ter uma importância significativa no mercado de energia elétrica. Os incentivos dados pelo governo e pelo órgão regulador do sistema elétrico brasileiro aos consumidores para gerar sua própria energia, contribuiu para a queda nos custos destas tecnologias, tornando-as assim mais acessíveis. No entanto, a geração distribuída pode apresentar alguns impactos na rede de distribuição de energia elétrica, uma vez que, pode influenciar significativamente no nível de tensão, entre outros quesitos referindo-se à qualidade da energia. Com isso, torna-se essencial a análise dos impactos que a geração distribuída pode vir a ocasionar na rede de distribuição de energia elétrica. A partir desse cenário, o presente trabalho propôs uma análise dos impactos na qualidade do nível de tensão na rede de distribuição de energia elétrica de baixa tensão (BT) levando em consideração um sistema composto por residências, as quais possuem Geração Distribuída Fotovoltaica (GDF) conectadas à rede. Para a realização das análises, simulou-se o fluxo de potência de uma rede típica de BT sem e com a inserção gradativa de GDF, utilizando o software Open Distribution System Simulator (OpenDSS). Os resultados obtidos através das simulações auxiliam para observar os impactos no sistema de distribuição e na qualidade de energia referente ao nível de tensão.